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Um livro sobre como seria Jesus em 2026.

Reflexões semanais. Em breve, o livro.

Últimas reflexões

Sabendo e Indo Mesmo Assim

Ele segue pela estrada sem pressa, mas sem desvio. Jesus sabe o que o espera na cidade: humilhação, violência e morte. Nada chega como surpresa. Nada o empurra no escuro. Ele conhece o peso do caminho antes do fim e, mesmo assim, continua. Em 2026, quando tanta gente tenta controlar agenda, imagem e emoção para não sofrer, a caminhada dele vai na direção contrária. Que tipo de amor olha para a dor de frente e ainda escolhe obedecer? Jesus deixa a lição clara: a cruz não foi acidente; foi entrega. E ele não fala só da noite. No mesmo anúncio, já aparece a manhã da ressurreição. Por isso, o medo do que vem pela frente não precisa virar abandono. O passo dele muda o sentido da estrada: a dor continua real, mas a esperança agora tem nome.

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Entender Depois

Pedro trava quando Jesus vem na direção dele com um gesto que não cabe nas suas expectativas. Ele conhece amor, mas não daquele jeito: baixo, desconcertante, perto demais. Em 2026, quando todo mundo quer resposta instantânea, a cena ainda incomoda porque a pressa continua tentando mandar mais do que a confiança. Pedro resiste, tenta pôr lógica no que está vendo, e Jesus não corre para se explicar. Ele só sustenta o momento e deixa uma verdade no ar: agora não faz sentido; depois vai fazer. Se o amor de Deus chega de um jeito que mexe no orgulho e atrasa as respostas, será que confiar precisa esperar entendimento completo? A lição é simples: nem sempre compreender vem primeiro; às vezes a fé começa quando alguém aceita ser cuidado antes de conseguir explicar. No silêncio entre o espanto e a entrega, o que muda não é a cena, é Pedro; a ansiedade perde volume, e o cuidado finalmente encontra lugar.

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Venham e Vejam

Dois homens o seguem, e Jesus não entrega um discurso; ele para e faz a pergunta que corta o barulho: o que vocês estão buscando? Em 2026, quando tanta gente pula de uma tela para outra achando que está se encontrando, a cena ainda expõe a pressa de uma fé que só quer resposta rápida. Eles não pedem teoria. Querem saber onde ele está. Querem chegar perto. No meio do caminho vem o convite simples: “Venham e verão”. E se a fé não crescesse com mais conteúdo, mas com presença de verdade? Eles vão, veem e ficam. Passam o dia com ele, sem atalho, sem notificação mandando embora, sem transformar Jesus em mais um assunto para consumir. A lição é direta: quem permanece com Jesus aprende a desejar melhor e encontra descanso. No fim, não mudou o lugar; mudou o coração deles, que finalmente parou de correr.

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Não É Falta de Conteúdo

Em 2026, a tela está cheia de vídeos curtos, cortes de pregação e frases salvas no celular, mas ainda existe uma fome que nenhum conteúdo mata. Jesus fala do Reino, e os discípulos descobrem que compreender não é prêmio para quem sabe mais, nem para quem tem mais acesso. É dom para quem se aproxima com disposição de aprender. Do lado de fora, outros ouvem as mesmas palavras e continuam sem perceber o que elas exigem do coração. De que adianta escutar tudo, concordar com frases bonitas e continuar protegendo as mesmas resistências? Na lógica de Jesus, entender não é só captar um significado; é abrir espaço para que a verdade corrija hábitos, reorganize afetos e governe a vida. O que era só áudio passando vira luz acesa por dentro.

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Quando o muito manda

Jesus não suaviza a imagem: ele põe um camelo diante do fundo de uma agulha e deixa o desconforto no ar. Em 2026, quando tanta gente mede valor pelo saldo, pelo que compra e pelo que exibe na tela, a fala acerta em cheio. O problema não está só no dinheiro; está no lugar que ele ocupa por dentro. Quando possuir vira fonte de segurança, obedecer começa a parecer prejuízo.

E se a dificuldade não estiver no que alguém tem, mas no que esse muito já manda dentro dele? Jesus expõe uma verdade simples: ninguém recebe o Reino com as mãos fechadas em controle e autossuficiência. Por isso a tristeza pesa. Soltar o que sustenta a própria identidade dói, mesmo quando isso aprisiona. O alerta não vem para condenar recursos, mas para revelar quem está no comando do coração. No fim, o peso não estava nas coisas que ele carregava, mas nas coisas que já o carregavam por dentro.

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Quando o problema não é fazer mais

Ele para diante de Jesus com a pergunta certa e o foco errado: quer saber qual grande bem ainda precisa fazer para finalmente ficar em paz. Em 2026, essa pressa continua viva; muita gente mede a própria alma como mede metas, entregas e desempenho. Jesus não entra nesse jogo. Primeiro, tira o homem do centro: o bem não nasce do esforço de quem quer se provar, nasce de Deus, que é o único plenamente bom. Depois, derruba a ideia de um gesto espetacular e aponta para o chão da vida: não ferir, não trair, não roubar, não mentir, honrar pai e mãe, amar o próximo. Se a fé é real, por que ela fugiria justamente do jeito como alguém trata quem está perto? A lição é simples: Deus não pede performance espiritual; Ele olha para um coração que aprende a viver com verdade, fidelidade e dignidade. No fim, a ansiedade de “o que mais falta?” perde força, e o cotidiano vira o lugar onde a fé ganha corpo.

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O livro

O Livro

Lançamento em 2026

Um livro a partir do Evangelho — uma leitura nova para hoje.
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